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segunda-feira, 8 de abril de 2013

Desafio Rock Zone primeira edição 2013



O Desafio Rock Zone nesta primeira edição (realizado dia 23 de março) teve como premiação um capacete Fox v2 para o piloto que conclui se 3 voltas no menor tempo.
O piloto Makale levou a melhor.
Confira os tempos:
1-      Makale 2min 35,4
2-      Vitor 2min 40,6
3-      Eduardo 2min 50,9
4-      Marcelo 2min 52,9
5-      Nunes 2min 53,0

terça-feira, 12 de março de 2013

Treino com Fernando Daud






O piloto e juiz chefe do campeonato brasileiro Fernando Daud esteve em Fortaleza por 5 dias fazendo uma clinica com o piloto Claudio Rocha, afim de melhorar as posturas nos saltos, posicionamento nas manobras e técnicas de segurança. O resultado foi esse com manobras esticadas e seguras.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Dicas de Pilotagem Motocross



Dicas de Pilotagem Motocross

Publicado por Andrew em Atualidades, Esportes Radicais & Semi

Concentração e Atenção são as palavras chaves para uma pilotagem segura. Embora tenham a moto adequada, muitos pilotos apresentam deficiências, especialmente de postura, na hora de frenagem e na escolha correta do caminho a seguir. Alguns insistem em usar mais o freio traseiro da moto,   quando é o dianteiro que pára a moto. O traseiro serve apenas para corrigir a trajetória, a porcentagem de força nos freios é a mesma de uso no asfalto: 70% no freio dianteiro e 30% no traseiro.
Para quem deseja fazer trilhas e enduros, o piloto deve-se preparar fisicamente para o senta levanta, normal durante os percursos. Como a pilotagem no fora-de-estrada é feita quase o tempo todo em pé, é importante ajustar corretamente os comandos de freios da moto para esta posição. Tanto o pedal de freio traseiro, quanto o manete de freio dianteiro devem estar posicionados de maneira a facilitar seu acionamento enquanto o piloto está em pé sobre a moto.
Outra dica é quanto ao amaciamento do equipamento, como botas especiais para a prática do fora-de-estrada. O piloto nunca deve estrear suas botas ou outros componentes do equipamento de proteção numa viagem ou competição para não ter que sofrer com as bolhas nos pés e outros desconfortos.
Para passar buracos, lombadas e outros obstáculos que surgem de repente, sem o piloto tenha tempo de percebe-los e frear, usar o velho ditado das trilhas, na dÚvida, acelere. A tentativa de desviar ou frear com a moto já passando pelo obstáculo pode complicar ainda mais a situação, desequilibrando o veículo.

Moto: Para os iniciantes é melhor optar por uma moto de menor potência como a 125cc porque elas são mais leves e dão mais “chances”, as 250cc já são mais “viôlentas” e qualquer erro pode causar um tombo. Para o ínicio não é necessário uma moto importada que são mais caras, podemos “adaptar” modelos nacionais para o motocross como a CRF 230.
Pilotagem: sempre em pé., distribuindo o peso do corpo sobre as pedaleiras.  Isso vale para as trilhas de final de semana, provas de Enduro FIM, Cross Country e provas curtas. Nas provas de rali, a posição de pilotagem é outra. Em pé, você sentirá menos as “imperfeições” do terreno. A posição ideal é: Joelhos levemente dobrados, as pernas segurando a moto, coluna levemente inclinada para frente e cotovelos dobrados, voltados para cima. Com a moto parada, sua posição deixa você em pé, equilibrado. Você nunca deve se apoiar no guidão, ou seja, jogando ou
segurando seu peso. Você sempre deve estar apoiado nas suas pernas, não nos braços.
Centro de gravidade: que é manter seu corpo sempre em pé (ereto), ou seja, manter o corpo sempre na mesma posição de equilíbrio de quando se está no plano. Se estiver numa subida, apenas a moto deve se inclinar com o barranco. Seu corpo deve continuar “no prumo”. Ou seja, o tanque vem até você, não é você que vai até ele. Pode ser que ele nem chegue, ou que ele queira passar da sua barriga, tudo depende da inclinação da subida. Quando se está descendo, apenas a moto deve inclinar-se para baixo. Claro que, numa
descida, você não vai conseguir ficar em pé, senão terá de largar do guidão. Mas suas pernas e cintura deverão permanecer o mais ereto possível, inclinando apenas o tronco. Isso fará com que o seu peso seja deslocado para trás e você continue em equilíbrio.
Indicadores sobre os manetes: No começo, seus dedos vão doer, vai parecer que você não consegue segurar o guidão com firmeza, etc. Isso passa. Se estiver com os dedos já posicionados, as reações são muito mais rápidas e precisas. Você não vai mais “alicatar” o freio, pois o seu dedo já vai estar na posição certa quando você precisar dele. O mesmo vale para a embreagem.
Ondulações ou costelas: Eis a zona mais complicada do supercross ou motocross, onde normalmente se perdem ou se ganham as corridas. As duas maneiras mais usadas para passar esse obstáculos são as seguinte:
· Dar todo gás no motor e pular por cima delas ir “batendo” as rodas na ponta das costelas.
· Fazer as costelas de vários mini saltos, pular em uma e quando cair pular em outram e assim em diante.
Curvas: existem duas maneiras de fazer curva. Pela parte de dentro, quando estiver defendendo a posição, bloqueando legalmente a passagem do adversário. E pela parte de fora que você tem de virar a moto sem apoiar em qualquer lugar fazer no braço e na frenagem esse tipo de curva requer mais técnica que o pela parte de dentro. Quando uma curva se inicia, o piloto deve então jogar um pouco mais do seu peso sobre a pedaleira que fica para o lado de dentro da curva.

  • Curvas abertas: Não importa se o terreno está liso ou não, o método é o mesmo. Mantenha-se em pé, não sente. Ainda em linha reta, comece a desaceleração, vindo pela parte de fora da curva. Antes de iniciar a curva, trave seu freio traseiro, fazendo com que a moto derrape para se alinhar à parte de dentro da curva, apontando para a saída dela. Assim que ela estiver se alinhando, faça pressão na pedaleira do lado de fora da curva e retome a aceleração. Isto vai fazer com que você termine de derrapar enquanto aumenta a velocidade e, ao mesmo tempo, mantém seu corpo e a moto equilibrados, por causa da pressão na pedaleira. A melhor maneira de treinar este tipo de curva é fazê-las num terreno liso, forçando a derrapagem, até que você sinta confiança de que não vai sair voando curva afora.
  • Curvas fechadas: Existem muitos modos de se fazer uma curva fechada. Aqui vão duas explicações, ambas têm seus prós e contras: 1: Imagine um ponto no meio da curva. Trace uma reta que vai de onde você está até este ponto e outra que vai do ponto para a saída da curva. É assim que você vai fazê-la. Não reduza a velocidade; freie pouco antes do ponto determinado, travando a roda traseira e derrapando a moto de forma que ela se alinhe à outra reta. Pronto, a curva está feita. Enquanto você derrapa, reduza a marcha para já sair forte da curva. A desvantagem desta curva é que você sai um pouco mais lento, mas em compensação, você freou depois do seu adversário e não precisou fazer uma “tomada” de curva, só precisou de um ponto. 2: Você irá reduzir um pouco antes da curva e, ao entrar nela, deslocar seu centro de gravidade para frente (sentando quase em cima do tanque), jogar a perna que estiver do lado de dentro da curva para frente, em direção à roda dianteira (não é para pôr o pé no chão, é para aumentar o peso na roda da frente) e calçar o máximo que puder o outro pé na pedaleira. Isso fará com que você aumente o peso na roda dianteira evitando que ela escorregue e manterá seu equilíbrio quando a roda traseira derrapar.
Num ponto da curva (você vai ter que descobrir o seu ponto) você começa a acelerar forte. A moto deve escorregar um pouco. Quando alinhar a moto na reta, você já deve estar voltando para a posição em pé, jogando seu peso na roda de trás para dar mais tração à roda traseira. A vantagem é de você sair forte da curva. Com prática, você deve conseguir fazer mais rápido do que a outra, mas você precisa de espaço para isso. Se estiver no corpo-a-corpo e seu adversário souber fazer a outra curva, é provável que você fique para
trás.
Frenagens: As frenagens devem ser constantemente treinadas até que os reflexos fiquem tão apurados quando um freio ABS, parando a moto sem travar a roda. As frenagens das curvas é o que pode ser determinante para a vitória na corrida. Todo mundo sabe acelerar, mas poucos sabem frear. Para quem não sabe, o principal responsável por parar a moto é o freio dianteiro, não o traseiro. Em linha reta e em alta velocidade, a melhor maneira de diminuir a velocidade rapidamente é se mantendo em pé na moto, com o corpo inclinado para trás e evitar que a roda traseira saia do chão. O uso do freio dianteiro deve ser progressivo, ou seja, você deve começar a pressioná-lo levemente e ir apertando aos poucos. Nunca fique dando “trancos” no freio, não ajuda em nada. O freio traseiro deve ser usado levemente, para ajudar na desaceleração. Numa entrada de curva, o freio traseiro será travado para provocar uma derrapagem.
Regulagens: O melhor é que a própria pessoa mesmo faça suas regulagens, pois é você que irá andar na moto, você que mais a conhece, assim a regulará do modo que mais lhe agrada.

Pilotando:
  • no barro: Escolha o caminho mais seguro para evitar uma possível queda. Deixe a moto numa marcha reduzida, mas mantenha o giro do motor bem alto, para que o pneu mantenha-se limpo e não fique preso nas canaletas. Não confunda giro alto com velocidade. A velocidade será baixa, só o giro do motor que ficará alto.
  • na areia: Para não correr o risco de atolar, você deverá manter a roda dianteira bem leve. Para isso, mantenha-se sempre em pé na moto, com o corpo levemente inclinado para trás. Isto fará com que você alivie o peso na roda dianteira e aumente na roda traseira, o que dará mais tração. Aqui você também utilizará uma marcha reduzida, mas não tanto quanto no barro.
  • em piso duro: Este tipo de terreno parece tão liso quanto o barro, parece que seu pneu traseiro está furado. Para andar bem aqui, você deve utilizar uma marcha mais alta, deixando o motor trabalhar com um giro mais baixo, evitando que a roda traseira perca tração. Aceleradas bruscas e altos giros farão com que você derrape facilmente.
  • nas pedras: Mantenha-se em pé na moto, com o corpo levemente inclinado para a frente, aumentando o peso na roda dianteira, para evitar que ela “saia da mão”. Num terreno muito acidentado, utilize uma marcha reduzida, para poder conseguir obter uma resposta rápida da moto, caso precise superar algum obstáculo.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

O que é injeção eletronica



 Primeiro, é fundamental explicar porque a injeção eletrônica passou a ser aplicada nas motocicletas Street e Off Road (A direita temos uma injeção eletronica e a esquerda um carburador).

O principal motivo para a implantação desse sistema é diminuir a emissão dos gases poluentes na atmosfera, conforme as exigências dos órgãos governamentais. Através de testes executados, constatou-se que uma motocicleta carburada polui a atmosfera proporcionalmente dez vezes mais que um veículo da linha leve com Injeção Eletrônica.

No Brasil, já contávamos com motores alimentados com este sistema, porém, somente em motocicletas de grande porte e importadas. Agora, Fazer, Titan 150, Bros e Biz possuem este sistema de alimentação de combustível, ou seja, agora a Injeção Eletrônica está presente em motocicletas de pequeno, médio e grande porte.

Com essa nova tendência, a Injeção Eletrônica de combustíveis cada vez mais estará presente nos novos modelos até se alcançar a totalidade da produção de motores para motocicletas produzidas no país e no mundo.

Em razão disso, os profissionais que estão diretamente envolvidos com a manutenção dessas máquinas, obrigatoriamente deverão se reciclar tecnicamente, em busca de atualizações preciosas para o dia a dia.

Do carburador para injeção eletrônica

O carburador reinou nos motores das motocicletas durante muitos anos, e sabemos que tanto o avanço tecnológico quanto algumas mudanças nos carburadores levaram décadas para serem aplicados, e mesmo assim se tratava de um componente mecânico limitado a modificações que pudessem gerar resultados nem sempre significativos. Para se trabalhar um carburador para uma determinada pista, este estaria limitado às condições as quais este componente foi retrabalhado.
Graças à introdução do sistema de Injeção Eletrônica, muita coisa mudou. A eletrônica nos possibilita uma grande gama de alterações quanto ao torque que se deseja estipular para cada tipo de motocicleta, como por exemplo, provas com pistas mais longas onde o piloto necessita de torque e velocidade final mais agressiva, ou para pistas curtas, com maior número de manobras e torque em baixa maior.

Enfim, através da eletrônica aplicada nos sistemas de alimentação, a evolução que demorava dez anos poderá, agora, demorar apenas um, além de nos possibilitar maiores recursos em uma preparação. Só que toda esta tecnologia tem que ser muito bem estudada e compreendida antes de se pensar em realizar qualquer tipo de mudança (remapeamento).

A grande diferença entre um sistema carburado e um sistema injetado é que, inicialmente, o índice de emissões de poluentes no sistema injetado é constantemente monitorado, permitindo alcançar os índices de emissões desejados.

No Brasil, alguns gases devem ser monitorados, como CO, CO², HC, O² e o NOX. Porém, para os motores das motocicletas estão sendo fiscalizados o CO (Monóxido de Carbono), tendo-se em vista o curto espaço de tempo, o HC (Hidrocarboneto) e NOX (Óxido de Nitrogênio).

Existem métodos para se verificar o valor do CO com utilização de equipamentos simples.

Como funciona

Os sistemas de Injeção Eletrônica poderão ter diferenças entre um sistema e outro, pois estão baseados em duas partes fundamentais que são o hardware (componentes físicos que se consegue enxergar, como sensores, atuadores, chicote, MCE) e o software (Programas operacionais - Protocolos).

Para que os sistemas funcionem em perfeita harmonia, é necessário que todo o conjunto esteja em perfeitas condições de funcionamento e, principalmente, dentro dos parâmetros estabelecidos pelo sistema.
Normalmente, o sistema dispõe de uma estratégia de autodiagnose, indicando "prováveis" avarias. Quando isto ocorre, existem estratégias de Recover, que tentam fazer com que o sistema continue trabalhando mesmo com os defeitos registrados.

Além desta estratégia existem ainda outras, como a de autoadaptividade (adapta-se ao desgaste do motor, ou a determinados ajustes emergenciais).

Muitas vezes, é possível obter um relatório gerado pelo Módulo de Controle (MCE), que demonstra de forma numérica o que está acontecendo ou o que aconteceu no sistema.

Estes códigos são de suma importância para o diagnóstico de falhas, porém não se deve confiar plenamente no resultado obtido. Muitas vezes, poderá haver um defeito (mecânico) externo ao sistema que poderá mascarar a verdadeira causa da falha apresentada.

Reportagem site: www.motox.com.br

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Copa Brasil






Piloto cearense Claudio Rocha participou da copa Brasil de fmx conseguindo um resultado de 35,67 pontos garantindo a oitava colocação. É o único piloto nordestino a participar deste seleto grupo.
“Fico muito satisfeito de participar deste evento, e gostaria de pedir a todos que orem pelo piloto Henrique Balestrin (Zoio).”
Diz o piloto Claudio
Classificatoria
Wiley Fullmer – 61,10
Marcelo Simões – 56,80
Jonílson “Kiko Loco” – 52,70
Fred Kyrillos – 48,30
Gilmar Flores “Joaninha” – 47,20
Pedro Nougalli – 42,15
Paô Bergamini – 39,57
Cláudio Rocha – 35,85
Robertt “Fire” – 26,40

Final
1-Fred Kyrillos 
2-Marcelo Simões
3- Gilmar Flores "Joanhinha"
4- Wiley Fullmer
5- Jonilson "Kiko Loco"

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Copa Brasil de estilo livre


Atleta cearense Claudio Rocha se classifica para o principal evento de FMX do Brasil (Copa Brasil de estilo livre) campeonato realizado pela Globo onde só competem 10 pilotos convidados.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Ultima etapa cearense de Mx



Piloto Claudio Rocha fez show de abertura da ultima etapa do campeonato cearense de Mx. Evento bem estruturado, com varias categorias e um bom publico.
Confira as fotos